sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011



Porque perdoar?


Em primeiro lugar devemos perdoar porque estamos diante de uma ordem do Senhor Jesus Cristo
"Perdoai  e sereis perdoados." [Lucas 6.37]

Em segundo lugar, devemos perdoar porque caso não o façamos, também não seremos perdoados.

Muitas pessoas cristãs acham que podem escolher se perdoam ou não seus ofensores, mas o ato não tem nada a ver com uma simples opção. Trata-se de um mandamento com consequências sérias para quem o transgride.

Quando o Senhor nos ensinou a orar, Ele incluiu o perdão aos inimigos como condição. Para também sermos  perdoados temos de perdoar, esta foi a condição: 
"Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará vossas ofensas."  [Mateus 6.14,15]


O verdadeiro perdão inclui total esquecimento da ofensa recebida. Sempre que necessário mesmo que o ofensor tenha a ousadia de repetir o agravo um número ilimitado de vezes.

" ... nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos pertube, e, por meio dela, muitos sejam contaminados..." [ Hebreus 12.15]




Aprenda a perdoar


PERDOAR

 É Destruir o hábito de pensar mal das pessoas e procure concentrar sua atenção nas virtudes delas. 

As pessoas são seres imperfeitos em busca da perfeição.

Nessa busca para fugir da dor e criar prazer para si próprias, elas podem nos machucar sem querer.


Em nossos encontros é inevitável que sejamos machucados e que machuquemos também.

Faz parte da essência humana viver todas as nuanças de emoções, mas devemos lutar para não sermos escravos delas.

É muito triste que, nas dificuldades, a gente fique chateado com o mundo.

Faz parte da nossa personalidade ter ciúme, inveja, mágoa, ressentimento, mas não podemos deixar que esses sentimentos tomem conta do nosso coração.

É triste ver alguém que permitiu que as dores de seus relacionamentos amorosos dominassem seu coração e o transformassem numa pessoa amargurada.

Ou observar alguém que, ao notar a evolução do concorrente, deixou a inveja tomar conta de sua alma e drenar a energia que poderia levá-lo a conseguir vitórias.

É fundamental estar sempre de coração limpo.

Deixar no passado as mágoas, os ressentimentos e tudo o que nos impede de trabalhar para realizar nossos sonhos.


Procure definir, no seu íntimo, o melhor caminho para sua vida e se mantenha nele.
 

Faça o melhor para você, mesmo que isso indiretamente beneficie as pessoas que você imagina que o magoaram.


Perdoar é sempre bom, por maior que seja sua dor.

Por isso, deixe as mágoas no passado.

Como disse Jesus Cristo:

“Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

Compreenda que, ao se sentir ofendido, você se prende à pessoa que o magoou em vez de libertá-la.

Certo dia, eu conversava com uma amiga cujo marido a abandonou para se casar com outra.

Ela me falou de sua dor e de tudo o que planejava fazer para se vingar dele.

Eu perguntei:
— O que você quer? Tê-lo de volta ou machucá-lo o máximo possível?

É importante perceber que machucá-lo não vai aliviar sua dor nem fazê-lo voltar.

Gastar sua energia nessa vingança não vai libertar seu coração para criar o verdadeiro amor para você.

Ele poderá até voltar por causa da culpa, mas trará o inferno junto com ele.

As pessoas com baixa auto-estima procuram destruir as que estão felizes.

Quando alguém tem inveja de uma pessoa, acaba por considerá-la um obstáculo à sua felicidade.

Aja sempre como um ser especial que reconhece a grandeza que existe em cada um.

Destrua o hábito de pensar mal das pessoas e procure concentrar sua atenção nas virtudes delas.

E, principalmente, faça sempre o melhor para você, sem pretender magoar as pessoas que você acredita que lhe causaram mágoa.

www.mensagensvirtuais.com.br

1





MEDITAÇÃO




É interessante notar como hoje em dia o perdão está deixando de ser somente um conceito religioso. Mesmo correntes dentro da psicologia estão valorizando a purificação da consciência mediante o reconhecimento das próprias faltas. E este é, sem dúvida, o primeiro passo para o perdão.
É evidente que existe uma dificuldade muito grande para perdoar. Em nível pessoal e coletivo, o comportamento do ser humano continua o mesmo. Grupos em guerra com outros grupos, indivíduos em crise contra indivíduos, marido contra mulher, pais contra filhos, filhos contra pais, pobres contra ricos, ricos contra pobres, religiões contra religiões.
E a tônica é sempre a mesma: Eu estou certo e eles estão errados. E se por acaso eu errei é porque “eles” me pressionaram demais... A culpa não é minha... É argumento dos opressores, dos terroristas, dos fanáticos... Do ser humano, enfim.
Para perdoar, às vezes pede-se um autêntico heroísmo e quem não é capaz disso arrisca de levar adiante as mágoas, quando não é ódio, até o fim da vida. Trata-se de situações muito tristes que, muitas vezes, chegam a dividir famílias que eram vistas como exemplo de unidade.
Na escola da vida não faltam oportunidades para perdoar, mas, para isso, pede-se uma grande abertura e uma disponibilidade total.
Um dia Pedro arriscou uma pergunta a Jesus, já respondida pelos rabinos da época, que admitiam no máximo de três ou, no limite, quatro perdões: “Mestre, quantas vezes tenho que perdoar a meu irmão, quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus respondeu-lhe dizendo: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete!” (Mt 18, 21-22).
E para que não restasse dúvida alguma, Jesus contou a parábola do “devedor implacável”: aquele que, devendo muitíssimo ao seu rei e tendo sido perdoado, não soube ser misericordioso para com o companheiro que lhe devia pouca coisa.
Resultado: foi-lhe retirado o perdão. Assim Jesus conclui a parábola: “Eis como o Pai celeste agirá convosco, se cada um de vós não perdoar, de coração, ao seu irmão” (Mt 18,35).
Deus pede que a gente perdoe sempre. Custe o que custar. Tenhamos ou não razão! Trata-se de um gesto maravilhoso, divino, podemos dizer, já que só Deus, como afirma a Bíblia, perdoa e esquece, desde que não nos fechemos ao seu perdão. Enquanto não formos misericordiosos, podemos pretender alcançar misericórdia? (cf. Mt 5,7)
Aos cristãos, Jesus fez mais uma recomendação: “Se estiveres para trazer a tua oferta para o altar, e ali lembrares de que teu irmão tem algo contra ti, deixa a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão. Só depois virás apresentar a tua oferta” (Mt 5,23-24).
Na prática, porém, vê-se que até em família, e nas próprias comunidades religiosas, é difícil “dar o braço a torcer”, tomar a iniciativa da reconciliação! E continuamos a “levar a nossa oferta diante do altar”, embora saibamos que nosso irmão/irmã tem “ alguma coisa” contra nós.
É uma exigência do Evangelho que deve ser levada muito a sério! Naturalmente, não devemos confundir perdão com impunidade, pois a ordem social deve ser preservada e os prejuízos devem ser ressarcidos. O que tristemente nem sempre acontece, e com grande prejuízo para os cidadãos.
O julgamento é um grande bloqueio ao perdão. Infelizmente, muitas vezes nós somos verdadeiras máquinas de julgar. Aprendemos a julgar desde cedo, e continuamos a julgar tudo e a todos os que passam pela nossa frente e que não se ajustam ao “nosso mundinho”.
Infelizmente nós construímos um mundo particular, a nossa zona segura e confortável. Tudo o que sai dessa zona, que se diferencia disso, nos perturba, nos aborrece, nos faz mal.
É desagradável e humilhante reconhecer-se limitado. A questão é que o orgulho nos leva para a auto-suficiência, enquanto que, para praticar o perdão, tenho que abrir mão do meu direito de “estar certo” sempre e em todas as situações.
Disso parte a maldita mania de criticar e condenar os nossos irmãos que, sem dúvida, deveriam ser louvados e enaltecidos pelos inúmeros lados positivos que eles têm.
Sentir-se culpado e admitir o próprio erro pode ser fonte de equilíbrio e sinal de maturidade. Acontece porém que muitas vezes constatamos que não sabemos perdoar nem a nós próprios. Sentimos remorsos e sentimentos de culpa que angustiam nossa existência.
Mas, o que é este sentimento de culpa? É uma tristeza, um mal estar por fatos errados acontecidos ao longo de nossa vida. É um sentimento de culpa que se resume nesta expressão: “Não deveria ter feito isto”. Diante disso, o indivíduo é inclinado a se julgar como um sujeito mau, ruim, errado, infiel, incoerente.
Nasce assim um sentimento de frustração e de culpa que vai corroendo por dentro, alimentando a tristeza, o fechamento e o mau humor. Infelizmente, este complexo de culpa, longe de nos animar para o crescimento, na busca por grandes ideais de doação e serviço, faz-nos gastar energias em lamentações por aquilo que já ocorreu.
Perdoar a si mesmo é restabelecer a própria unidade interior. O auto-perdão é um sim à vida. O amor de Deus é maior que os nossos erros e pode transformá-los em novas perspectivas de vida e de esperanças.
Outros podem não perdoar. Mas o cristão que quer viver autenticamente sua fé e os ideais evangélicos, deve perdoar, pois faz parte da essência do cristianismo condenar o erro e amar o pecador. É por isso que o cristianismo é uma religião difícil de se abraçar.
Depois de tudo que foi dito, não hesitemos em assumir a nossa responsabilidade de sermos misericordiosos, de perdoar, à imitação do nosso Mestre.
É uma opção de vida que nos faz olhar para a frente e que só contribuirá para melhorar este mundo cada vez mais angustiado pela falta de fraternidade e de perdão que provoca tantas guerras e divisões.
Pe. Paulo De Coppi

Advogado fiel


                                                                             Advogado Fiel

Não vou me preocupar com as perseguições
As pedras que me lançam, Jesus está por perto
Eu posso confiar, eu posso descansar, Jesus está por
perto

Pra falar atire a primeira pedra
Aquele que não tem pecado, aquele que não erra
Pra me defender diante do inimigo
Toma minha dor, pra chorar comigo
Pra me sustentar debaixo de Tua destra
Isso é fato consumado, os meus casos impossíveis
Serão sempre encerrados pelo meu advogado

Meu advogado é o meu Senhor
Ele me defende do acusador
Minha causa entreguei em
Suas mãos
Posso descansar o meu coração.
Minha audiência ele já marcou
Garantiu de novo que eu serei um vencedor
Meu advogado mora lá no céu
Verdadeiro e justo, pra sempre fiel.

Advogado fiel, advogado fiel,
O meu Jesus é pra mim, advogado fiel.
Advogado fiel, advogado fiel,
O meu Jesus é pra mim...

http://www.vagalume.com.br/bruna-karla/advogado-fiel.html#ixzz1DgQ9SURJ